Neste dia 20 de maio, quinta-feira, data em que se comemora o aniversário de Palmas, não haverá atendimento na sede do CRMV Tocantins. O atendimento volta ao normal na sexta-feira, dia 21, das 12 às 18h.
Vale lembrar que o atendimento presencial está sendo realizado somente mediante agendamento prévio, que deve ser aprovado pela equipe do administrativo do Conselho. O agendamento deve ser realizado pelo link https://minhaagendavirtual.com.br/crmv-to.
A sede do CRMV Tocantins em Palmas está em reforma e os servidores estão temporariamente no seguinte endereço: na 104 Sul, Centro Empresarial, sala 305. O telefone para contato também mudou. Agora é 63 99107-2564 (whatts).
A tarde desta terça-feira, dia 18 de maio, foi de encontro entre a presidente Márcia Helena da Fonseca e a tesoureira Nilda Távora com a presidente da Sovetto – Sociedade dos Médicos-veterinários do Tocantins Hellen Maciel. O objetivo da reunião, que aconteceu na cidade de Araguaína, foi o planejamento de novas parcerias entre as duas instituições, visando o fortalecimento da classe médica-veterinária no Tocantins.
Entre os temas abordados, o Seminário Avançado de RT, demanda dos profissionais e que deve ser concretizada em breve em parceria entre o CRMV e a Sovetto. O Seminário Básico já é realizado gratuitamente pelo CRMV Tocantins e é obrigatório para os profissionais que irão atuar como Responsáveis Técnicos de estabelecimentos. “O bom profissional não pode parar de estudar nunca e devemos oferecer os cursos básicos e avançados para que eles possam se preparar ainda mais para esse mercado de trabalho, cada vez mais exigente”, disse a presidente da Sovetto Hellen Maciel.
Outro tema foi a vacinação contra Covid-19 dos médicos veterinários, que está acontecendo em algumas cidades do Tocantins, seguindo os cronogramas de imunização dos grupos prioritários. “Desde o começo da pandemia temos enviado documentos e fortalecido o diálogo com os gestores da Saúde, destacando a prioridade desses profissionais de saúde. Muitos municípios reconhecem a importância do mv na saúde pública e a vacinação tem acontecido. Nas cidades onde isso não está acontecendo estamos reforçando os pedidos, ligando e buscando resposta”, explicou a médica-veterinária Márcia Helena, acrescentando que a atuação dos profissionais também foi assunto da reunião e novas parcerias serão fechadas em breve.
Aconteceu na manhã desta sexta-feira, dia 14 de maio, Sessão Plenária Extraordinária para avaliar e aprovar o Plano de Cargos, Carreiras e Salários do CRMV – Tocantins, que estava desatualizado. Participaram do encontro virtual diretoria e conselheiros, equipe de assessores e ainda um servidor efetivo. A proposta foi debatida, alterada em alguns pontos e posteriormente aprovada por unanimidade.
O CRMV Tocantins e a Sovetto estão atuando junto aos gestores das Secretarias Municipais e Estadual de Saúde, reiterando a prioridade dos médicos-veterinários na imunização contra a Covid-19, cumprindo o que determina a Resolução CNS 287/1998. A solicitação está alinhada ao movimento realizado pelo CFMV – Conselho Federal de Medicina Veterinária junto ao Ministério da Saúde.
Estamos apenas solicitando o que é de direito do profissional da saúde, que atua em mais de 80 áreas e é responsável pela saúde humana também, além da saúde animal e proteção ao meio ambiente.
Quando criança surge a questão: qual profissão exercer? E buscando resposta para esta pergunta que nos fazem (o que vai ser quando crescer?), sonhamos em fazer o que mais nos dê satisfação e alegria. A partir daí, as escolhas podem ser diversas, mas ao ficar adulto poucos têm o prazer de dizer que seguiram seu sonho de criança. Thiago Fontolan Tardivo é uma dessas pessoas e têm aquela empolgação e brilho nos olhos quando fala de uma das suas paixões.
Foi o amor à pesca, ao pescado e à piscicultura que conduziram Tardivo a descobrir a zootecnia e que ela o levaria a trabalhar com o que mais lhe dá satisfação. Seria zootecnista para poder atuar com pescado e certamente naquele momento não imaginaria que iria tão longe fomentar a piscicultura. Paulistano, graduou-se e fez mestrado em Produção Animal em Maringá – Paraná, fez as malas e mudou-se para o Tocantins em 2011, estado que já se destacava por sua grande capacidade de produção de peixes.
Hoje atua como secretário executivo da Câmara Setorial da Piscicultura, da Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Aquicultura. Além disso, é professor universitário e estimula o setor fazendo o que há de mais lindo: ensinando. Seus alunos, acadêmicos dos cursos de Medicina Veterinária e Zootecnia, responsáveis por fortalecer um dos setores mais importantes do País, o agronegócio. A atuação na área poderia parar por aí, mas Tardivo escolheu mais envolvimento. Ele ainda ocupa o cargo de Conselheiro Efetivo do CRMV – Conselho Regional de Medicina Veterinária e Zootecnia do Tocantins e de Diretor de Aquicultura dentro da Associação Nacional de Ecologia e Pesca Esportiva – ANEPE.
“Sou extremamente feliz e realizado com minha profissão, pois, graças à ela consegui conquistar independência financeira, promover políticas públicas para o desenvolvimento da piscicultura tocantinense e compartilhar na sala de aula tudo que já vivi e ainda presencio com os acadêmicos da área. A Zootecnia me proporcionou conhecer diversos estados e criar um excelente relacionamento com diversos profissionais em nível nacional e internacional”, comenta Tardivo.
Sobre o mercado de trabalho, Tardivo explica que a atuação do zootecnista é cada vez mais pujante com o fortalecimento do agronegócio no Brasil. “A produção de proteína animal, tanto para o mercado interno quanto para exportação cresce anualmente, necessitando de profissionais qualificados para que ocorra de forma sustentável”, disse, acrescentando que se orgulha de ver todo o crescimento que a zootecnia, junto com outras formações das Ciências Agrárias, proporcionou ao agronegócio tocantinense e nacional.
Sobre as dificuldades encontradas na área, o zootenista disse que um dos pontos que mais precisa de melhoria é a questão da regularização da atuação profissional, tanto pela tramitação do Projeto de Lei, que está em ampla discussão, como também a Resolução 619/2020.
Aos novos zootecnistas que estão chegando no mercado de trabalho, Tardivo diz que o curso já mostrou sua importância para o mercado, com apenas 53 anos de atuação no Brasil. “A zootecnia é o ‘irmão mais novo’ dos cursos destinados a produção animal e os profissionais precisam ter foco naquilo que desejam. Devem desenvolver diariamente suas habilidades e competências requeridas pelo mercado de trabalho porque para profissionais qualificados e dedicados, há sempre vagas no mercado de trabalho”, citou, pontuando que os acadêmicos devem realizar estágios, participar de eventos e ampliar sua rede de contatos ao máximo.
No CRMV Tocantins temos 388 profissionais registrados e apenas 239 atuantes. E isso acontece em todo o território nacional. Mas por que muitos se formam e não atuam na área? Para Tardivo, os motivos podem ser diversos como falta de vocação, descontentamento com a remuneração oferecida ou por não desejarem atuar no interior do Estado. “Aqueles que não atuam por questões de empregabilidade digo que, se ainda não conseguiram atuar como zootecnistas na área que desejam, que busquem capacitações e formações para ampliar seus leques de conhecimento. É preciso focar naquilo que realmente deseja e não se sentir inferior por começar com um cargo inferior do almejado. Foco, fé e força”, finalizou.
Dia do zootecnista
No dia 13 de maio é comemorado o Dia do Zootecnista, e o sistema CFMV/CRMVs está em campanha nacional, mostrando os profissionais que fazem acontecer. O CRMV Tocantins entrevistou dois zootecnistas apaixonados pelo que fazem. O objetivo é que a comunidade e os colegas de profissão conheçam essas pessoas que fazem acontecer por aqui e ajudam a fortalecer o agronegócio regional e nacional. Zootecnista: gente que faz acontecer!
O que faz um zootecnista? A Zootecnia é uma profissão que preenche uma longa lista de atribuições nas mais diversas áreas de atuação e está presente em nosso cotidiano – desde o queijo que comemos até a economia nacional. Para homenagear os mais de 18 mil zootecnistas registrados no Brasil pelo seu dia, celebrado em 13 de maio, o Sistema Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária (CFMV/CRMVs) lança a campanha “Zootecnista: gente que faz acontecer”.
O zootecnista faz acontecer na produção animal, no melhoramento genético, na educação, na nutrição animal, no agronegócio e em muitas outras áreas, com seu trabalho refletindo diretamente no Produto Interno Bruto (PIB) e no desenvolvimento econômico do Brasil. “Somos um país com perfil de produção de alimentos e nunca vamos deixar de ser. Precisamos de zootecnistas para alimentar o mundo”, defende Gerson Guarez Garcia, coordenador do curso de Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), que tem no papel de educador a missão de auxiliar na formação desses novos profissionais.
A proteína de origem animal é um dos pilares da alimentação humana e, assim, faz girar a economia. Segundo dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), enquanto o PIB nacional encolheu 1,2% nos últimos nove anos, o da agropecuária registrou aumento de 25,4%. Os números do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA – Foreign Agricultural Service) referentes a 2019 comprovam: no frango, o Brasil é o terceiro maior produtor mundial e o primeiro exportador; com relação à carne suína, fica em quarto, tanto na produção quanto na exportação.
O mercado internacional, no entanto, é exigente no que tange à origem do produto adquirido. Preocupa-se, também, com a sustentabilidade e o bem-estar dos animais. Os compradores querem saber todos os detalhes e se tem alguém que pode dar essas respostas é o zootecnista. “Somos sustentáveis, desde uma rotação de pastagem até quando saímos do sistema extensivo para intensivo com fins de eficiência ou produção. Somos sustentáveis, especialmente, quando para cada área que produzimos reservamos a nossa porcentagem de preservação ambiental da mata que nos rodeia”, ressalta Consolata Piastrella, zootecnista que dedica sua carreira à rastreabilidade e exportação.
Outro ponto fundamental de toda essa cadeia produtiva é a qualidade do alimento. Novamente, o zootecnista entra em ação e, com as técnicas de melhoramento genético, leva os rebanhos a produzir mais, com mais qualidade e em menos tempo, como explica Liliane Saguisawa, referência na área. “A genética é a base da construção da produção animal. Com o conhecimento nas mãos, aliado ao ambiente adequado, conseguimos obter o melhor do animal, encurtando o caminho para chegarmos a um objetivo na produção”.
Esses são apenas alguns dos exemplos de como o zootecnista faz acontecer. A profissão foi regulamentada no país em 1968, com a publicação da Lei nº 5.550, mas já existe há mais de 80 anos e tem muita história para contar. Acesse o hotsite da campanha, a partir do dia 13 de maio, http://www.cfmv.gov.br/dia-do-zootecnista-2021, e acompanhe nossas redes sociais para conferir os vídeos, cards, podcasts, depoimentos e demais conteúdos que preparamos para compartilhar essas e outras trajetórias de sucesso.
No mês de maio é comemorado o Dia do Zootecnista, homenageado no dia 13, e para celebrar o CRMV – Conselho Regional de Medicina Veterinária e Zootecnia do Tocantins, Zootecnia Forte e a Faculdade Unicatólica irão realizar nos dias 12 e 13 de maio, a quinta edição do Zootins – Encontro de Zootecnistas do Tocantins. Devido a pandemia, o evento será realizado pela plataforma Google Meet, sempre às 19h30. Os links de acesso serão disponibilizados no dia 12, quarta.
Segundo a presidente do CRMV Tocantins Márcia Helena da Fonseca a ideia é debater dois temas relevantes para a profissão, que tem mais de 80 áreas de atuação e é responsável por desenvolver, promover e controlar a produção e a produtividade dos animais úteis ao homem, assim como outras tecnologias. “A atividade do zootecnista deve levar em conta a importância da gestão e do empreendedorismo, já que o profissional lida com aspectos administrativos e econômicos da produção”, explicou a presidente.
Na primeira noite do Zootins, teremos a palestra “Zootenista 4.0 – Como se tornar o profissional que o mercado deseja”, com o zootecnista Eduardo Heinzen e do zootecnista Jonahtan Melo. Eduardo é Master Coach de Carreira pelo IGT International Coaching, formado em zootecnia pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná e mestre em Zootecnia pela Universidade Federal do Ceará. É extensionista agropecuário no Instituto de Extensão, Assistência e Desenvolvimento Rural do Amapá há 10 anos.
Na segunda noite, dia 13, quinta-feira, teremos “Papo de conselheiros: A Zootecnia no Sistema CFMV/CRMV”, com o zootecnista e conselheiro efetivo do CRMV PR Dr. Ricardo Pereira Ribeiro e com o zootecnista e conselheiro efetivo do CRMV TO Thiago Fontolan Tardivo. Ricardo possui graduação em Zootecnia pela Universidade Estadual de Maringá (1987), mestrado em Genética e Melhoramento Animal pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1992) e doutorado em Ecologia de Ambientes Aquáticos Continentais pela Universidade Estadual de Maringá (1999). Atualmente é professor associado do Departamento de Zootecnia da Universidade Estadual de Maringá. Tem experiência na área de Manejo, Genética, Melhoramento Genético, Conservação Génética em peixes de água doce, atuando principalmente nos seguintes temas: Oreochromis niloticus, piscicultura, tilápia do nilo, reprodução de peixes e Piaractus mesopotamicus, Melhoramento Genético e Biologia Molecular.
O livro “Histórias de um veterinário” de autoria do médico-veterinário, professor e funcionário público, João Eduardo Pinto Pires, promete um passeio pela profissão, com vivências contadas de forma independentes. Pires é formado pela Universidade Federal do Piauí, Mestre em Ciência Animal e Doutor em Biotecnologia aplicada à Reprodução Animal. Atua há mais de 15 anos na Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins e é professor de pós-graduação em Bovino de Corte pela TFC educacional. Foi fundador e coordenador do curso de Medicina Veterinária do CEULP/ULBRA, professor do curso de Agronomia, Zootecnia e Gestão Ambiental do Centro Universitário Católica do Tocantins.
Segundo o autor, os capítulos apresentam histórias autônomas, vividas das mais diversas formas, entremeadas com drama, suspense, medo, frustração, entusiasmo, ou seja, emoções quase que cotidianas a quem se dedica a salvar vidas. São expostas também algumas dificuldades e alegrias vividas por um veterinário. “No livro eu conto como escolhi a medicina veterinária, falo sobre a história da profissão, contos algumas histórias sobre atendimentos clínicos e no final faço um balanço da profissão”, disse Pires.
A ideia é ajudar aqueles que querem se dedicar a profissão ou mesmo apresentar a medicina veterinária para aqueles que têm curiosidade em conhece-la um pouco mais.
Para a presidente do CRMV Tocantins Márcia Helena da Fonseca, a atitude é louvável para que a profissão fique ainda mais conhecida e difundida na sociedade. “O que vemos é que as pessoas têm muitas dúvidas sobre a profissão e o livro nos ajudará nessa missão de esclarecer e mostrar como é uma área muito importante e nobre”, comentou, parabenizando a iniciativa de Pires.
A diretoria e conselheiros realizaram na manhã desta sexta-feira, dia 30 de abril, a 296ª Sessão Plenária Ordinária do CRMV Tocantins. Na pauta do encontro realizado pela plataforma Google Meet, processos administrativos e atos do Conselho. Participaram da Sessão on-line, toda a diretoria, formada pela presidente Márcia Helena da Fonseca, a vice-presidente Railda Marques, a tesoureira Nilda Távora, e a secretária Joseanne Cademartori, e pelos conselheiros efetivos Deusineide, Thiago Tardivo, Luís Flávio Botelho, Pericleon Alves, Giliarde de Almeida e do advogado do Conselho Bernardino de Abreu Neto.
Outra deliberação da Plenária foi sobre a data da próxima Sessão Extraordinária, que acontecerá no dia 14 de maio, e que irá tratar da aprovação do PCCS – Plano de Cargos, Carreiras e Salários do Conselho.
A presidente Márcia Helena aproveitou o momento para falar da reforma da sede do Conselho que segue em ritmo acelerado. “Provavelmente final de maio já poderemos retornar para nossa sede, que estará adaptada para melhor atender os filiados, com estrutura, móveis e computadores”, disse a presidente.
A noite desta quarta-feira, dia 28 de abril, foi de debate sobre o papel do médico-veterinário na defesa do direito dos animais, durante Simpósio realizado pelo curso de Medicina Veterinária do Ceulp/Ulbra, na plataforma Google meet. A presidente do CRMV – Conselho Regional de Medicina Veterinária e Zootecnia do Tocantins Dra Márcia Helena da Fonseca participou do evento e falou sobre “Abandono e Maus-tratos são crimes”, tratando de algumas especifidades da profissão que tem mais de 80 áreas de atuação e é responsável pela saúde dos animais, do homem e por resguardar o meio ambiente também.
O evento começou com a palestra da advogada Dra Renata Esteves, que mostrou quais são as leis brasileiras que garantem direitos aos animais, sejam eles domésticos ou silvestres.
Em seguida, Dra Márcia falou sobre o trabalho do mv, código de ética que deve reger as ações do profissional, o que deve e o que não pode ser feito, como atendimentos em balcões e de forma on-line sem análise clínica do animal, entre outras coisas.
A médica-veterinária também esclareceu o papel do Conselho na orientação e fiscalização das profissões de zootecnista e médico-veterinário e fez um resumo das ações desenvolvidas recentemente do Conselho. “Sempre que recebemos denuncia de maus-tratos ou charlatanismo, nós encaminhados para a Polícia e Ministério Público para apuração. Além disso, realizamos fiscalizações de empresas, cobramos o Responsável Técnico, realizamos capacitações e eventos que valorizem a atuação dos profissionais”, disse.
Um grande destaque da atuação do Conselho também tem sido as campanhas de conscientização, como o Abril Laranja que fala sobre o combate aos maus-tratos contra animais, realizado neste mês. “Mais do que nunca é um tema que precisa ser debatido, sobretudo durante a pandemia, onde pessoas incentivadas por fake news sobre a covid 19 e os animais, tem abandonado seus pets, privando de comida e água, levando-os ao sofrimento. Esse é um mal que precisa ser combatido”, comentou a presidente.
Outro tema bastante debatido, com troca de perguntas entre os participantes e palestrantes, foi com relação as denuncias que devem ser encaminhadas à Polícia Civil sobre crime de abandono e maus-tratos, e ao Conselho em caso de médicos-veterinários com irregularidades. “Se o profissional está sendo omisso por exemplo, com o trabalho de uma pessoa que não tem formação, ele pode responder por isso em um processo ético, assim como ações que coloquem em risco a saúde dos animais”, explicou, colocando o Conselho à disposição dos acadêmicos e profissionais.