Presidente participa de Simpósio sobre Direitos dos Animais
O papel do médico-veterinário na efetivação dos Direitos dos Animais é o tema do Simpósio que será realizado na noite desta quarta-feira, dia 28 de abril, e contará com a participação da presidente do CRMV – Conselho Regional de Medicina Veterinária e Zootecnia do Tocantins Márcia Helena da Fonseca. O link de acesso ao Simpósio será divulgado na quarta, dia 28, no Instagram do curso de Medicina Veterinária do Ceulp/Ulbra. O evento é uma ação do Projeto de Extensão “Educação em Saúde Animal”, vinculado ao curso, e ocorrerá pela plataforma Google Meet.
A primeira palestra da noite ocorrerá às 19h e será ministrada pela advogada Dra Renata Esteves, que irá abordar “Aspectos Jurídicos da Proteção Animal e a Legislação Sobre Maus Tratos”. Renata é secretária geral da Comissão de Proteção e Direito Animal e conselheira suplente do Comitê Estadual Pró-Animais do Tocantins, tem pós-graduação em Direito Processual Civil e está fazendo pós em Direito Previdenciário.
Às 20h, Márcia falará sobre “Abandono e Maus Tratos é Crime”, esclarecendo a todos o que pode tipificar o crime contra os animais. A presidente do CRMV Tocantins é médica-veterinária, pós-graduada na área de Higiene, Processamento e Controle da Qualidade em Carne, Leite, Ovos e pós-graduada em Epidemiologia Veterinária em ênfase em Defesa Sanitária.
Segundo Márcia, com a pandemia da Covid-19 e os casos de fake news envolvendo animais, aumentou significativamente o número de animais abandados nas ruas, por exemplo. “Temos um problema grave na sociedade e precisamos debater e esclarecer a população sobre o crime de maus tratos e sobretudo, enaltecer o trabalho dos médicos-veterinários no combate à essas práticas”, disse.
Ascom CRMV TO
Andressa Figueiredo

Com a antecipação da campanha de vacinação contra a H1N1, a diretoria do CRMV – Conselho Regional de Medicina Veterinária e Zootecnia do Tocantins, está informando as prefeituras tocantinenses sobre a prioridade dos médicos-veterinários como profissionais da saúde. Os documentos estão sendo enviados a todas as 139 prefeituras e busca conscientizar os gestores públicos sobre o papel do mv e sua importância no cenário de saúde pública.


As anuidades são tributos federais que não prescrevem e os valores são usados em interesses dos profissionais inscritos e das empresas registradas nos Conselhos. Com isso, todo mundo ganha: os profissionais que são valorizados com a fiscalização de charlatões e de empresas irregulares, por exemplo; e a comunidade que fica livre de falsos profissionais e de serviços de qualidade duvidosa, que podem colocar em risco a saúde dos animais, do homem e do meio ambiente.
A diretoria do CRMV Tocantins entrou em campanha pelo Abril Laranja, enfatizando a importância de combater maus-tratos contra animais. A campanha realizada por vários conselhos regionais e empresas destaca que é crime praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais, incluindo cortar o rabo e a orelha dos pets (sem prescrição médica por indicação clínica).
Dessa forma, é crime praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais, incluindo cortar o rabo e a orelha dos pets. A nova lei cria um item específico para animais domésticos, principais vítimas de maus-tratos, e também prevê punição a estabelecimentos comerciais e rurais que facilitarem o crime contra animais.
Ainda segundo a médica-veterinária e presidente do CRMV Tocantins Márcia Helena da Fonseca, diversas situações podem ser enquadradas como maus-tratos, como abandono intencional, atropelamento sem socorro, envenenamento, crueldade ou qualquer ato que cause sofrimento físico ou psicológico ao animal.
Em virtude da pandemia da covid-19, mais uma vez a validade das inscrições provisórias foi prorrogada, agora com prazo até 31 de dezembro de 2021. É o que consta na
O CRMV – Conselho Regional de Medicina Veterinária e Zootecnia do Tocantins alerta que a telemedicina veterinária não é uma modalidade autorizada pelo CFMV – Conselho Federal de Medicina Veterinária e Zootecnia. Dessa forma, a prática segue proibida em todo o Brasil e os profissionais que fizerem atendimento por meio de telefone, videoconferência, whattsapp ou outros aplicativos ferem o Código de Ética da profissão e podem ser punidos.