Regional do Tocantins participa de eleição da nova gestão do CFMV, em Brasília
A nova diretoria conduzirá o Conselho Federal pelo triênio 2027/2029
Mateus Soares/Assessoria de Comunicação

Durante esta semana, membros da Diretoria Executiva do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Tocantins (CRMV-TO), esteve na sede do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), em Brasília, para participar do processo eleitoral da nova gestão do órgão, que irá conduzi-lo pelo triênio 2027/2029.
A eleição foi realizada nessa terça-feira, 27, e teve os votos dos seguintes representantes do regional do Tocantins, o presidente, Antônio Caminha, o tesoureiro, Sérgio Liocádio, e o secretário-geral, Márcio Rezende, em substituição à vice-presidente, Isadora Mello, que segue em licença maternidade. Além do CRMV, participaram representantes dos outros 26 regionais do país e do Distrito Federal.
Com uma votação histórica no Sistema CFMV/CRMVs, o processo democrático reelegeu a atual presidente do CFMV, Ana Elisa Almeida, além de uma nova diretoria executiva e conselheiros, que receberam 71 dos 79 votos contabilizados.
“O resultado dessa eleição foi um reflexo de todo o trabalho realizado pela gestora do CFMV em prol dos regionais e da valorização e fortalecimento das profissões da medicina veterinária e da zootecnia. O trabalho desempenhado durante o atual triênio trouxe avanços significativos para todo o sistema, como treinamentos e conquistas em matérias políticas de nível nacional”, pontuou Antônio Caminha.

3ª CNP
Ainda em Brasília, representantes de todos os regionais participaram da 3ª Câmara Nacional dos Presidentes (CNP), realizada entre os dias 28 e 29 de outubro. Na ocasião, foram discutidas pautas de relevância nacional sobre a medicina veterinária e à zootecnia, bem como assuntos pertinentes ao Sistema CFMV/CRMVs.
Durante a CNP, o gestor do CRMV-TO levou para apreciação e discussão uma proposta de reconfiguração das CNPs. Sua proposta defende que duas edições da CNP sejam realizadas na sede do CFMV, enquanto as outras duas sejam realizadas em regiões opostas do país, como forma de valorizar a cultura e promover a integração entre os regionais.

